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EXCELÊNCIA CONTRA O CÂNCER

 

O hospital Oncomed, que se instalará onde hoje está o antigo Instituto Hilton Rocha, será um centro de referência nacional no tratamento do câncer com as tecnologias mais modernas e reconhecidas internacionalmente. Com um vasto histórico no tratamento contra o câncer, a Oncomed (link para o site) vem sendo referência no estado de Minas Gerais, desde 1994. Entretanto, o estado carece de um centro hospitalar para abordagem das doenças neoplásicas, que serão, ainda no final desta década, segundo a Organização Mundial de Saúde, a primeira causa de morte no mundo.

O hospital oferecerá, aproximadamente, 200 leitos e será equipado com aparelhos de última geração na abordagem do câncer, além de profissionais especializados e que valorizam, sobretudo, a vida.

Conservando a memória do Professor Dr. Hilton Rocha, a Oncomed assegura o compromisso de manter a especialidade de oftalmologia no hospital, além de criar um centro de tratamento cardiovascular em resposta aos pedidos dos moradores da região.

Num cenário de crescimento da incidência do câncer e das doenças cardiovasculares, o hospital Oncomed vislumbra contribuir com um maior número de leitos disponíveis em nosso município, garantindo assistência com qualidade técnica e atendimento humanizado para o paciente.

A proposta do hospital é se instalar na Serra do Curral corrigindo os impactos negativos causados na natureza, pela antiga construção do Instituto Hilton Rocha, cuja estrutura valorizava a arquitetura e não o meio ambiente.

A nova estrutura do hospital Oncomed pretende ser um exemplo de defesa do patrimônio ambiental Serra do Curral e um aliado da comunidade local e de todos os belo-horizontinos, na medida em que promoverá melhorias nas atuais condições de degradação do solo, na restauração da vegetação nativa e na valorização estética da natureza reduzindo a dureza da forma prismática do prédio atual.

 

As informações presentes no site se referem ao projeto concebido no período de vigência da lei 9952 de Uso e Ocupação do Solo. O projeto de lei foi retirado ano passado da câmara e deverá retornar ainda no primeiro semestre de 2012. Caso o Hospital não seja contemplado pela nova lei, outro projeto, sem ampliação e, consequentemente, de menores dimensões, está sendo elaborado para nova avaliação dos órgãos competentes.

HOSPITAL VERDE

 

A proposta do Hospital Oncomed adota um conceito inédito na cidade, de harmonização da estrutura da construção com o ambiente natural. Com sua topografia acidentada, Belo Horizonte não possui edificações que respeitem essa característica natural, o que torna este projeto Oncomed um marco arquitetônico.

O prédio existente não se harmoniza com a serra. Tem a cor branca e fria que se contrasta com o verde e minério, elementos naturais da serra, além de ter uma forma reta, oposta às curvas das montanhas de Minas.

Diante dessa realidade, o projeto do Hospital Oncomed se propõe a harmonizar a construção com a natureza, reaproveitando e qualificando a atual edificação como medida de sustentabilidade.

O projeto para o Hospital Oncomed se propõe:

  • Redução da dicotomia prédio versus paisagem:
    • – Quantidade de blocos “escalando a serra”
    • – Cor/ textura
    • – Geometria / linhas retas
  • Correção das cicatrizes causadas no solo da serra:
    • – Platôs
    • – Soluções de contenção
    • – Rupturas na paisagem
    • – Grandes áreas nuas de vegetação.

 

Com respeito á natureza, o projeto do Oncomed busca evitar novas descaracterizações do território. O acréscimo de áreas para estacionamento será realizado preferencialmente nos platôs existentes e em subsolos tratados de forma a não prejudicar a percepção da serra. Os taludes e platôs, bem como as vedações verticais que se fizerem necessárias, serão tratados de maneira a imitar a paisagem natural com propostas paisagísticas adequadas à recomposição da serra.

 

  • Reformular o conceito formal do edifício
    • Desmaterialização do bloco principal do edifício reduzindo a dureza do prisma pela substituição do mármore pelo aço corten e pela canga de minério e pelo escalonamento dos pavimentos acompanhando o perfil da serra;
    • Redução da presença de elementos construídos (prevalência atual dos cheios sobre os vazados e do contorno prismático) através da proporção mais equilibrada entre cheios e vazios e do recuo do plano das esquadrias em relação aos jardins uso de jardins para tratamento dos pavimentos e de materiais naturais para revestimento do edifício, aproximando-o da natureza;
    • Redução da agressividade vertical do prédio existente também pela criação de braços horizontais para abrigar as ampliações, os quais assentam melhor o prédio na paisagem pela similaridade entre a horizontal construída e a horizontalidade da paisagem (perfil da serra, extensão da avenida, percepção do conjunto);

 

  • Reintegração paisagística
    • Adoção de espécies nativas do cerrado mineiro, no projeto paisagístico do entorno da edificação e dos “terraços jardins”, e o plantio de exemplares que se encontram em extinção.
    • Respeito às características do sítio natural conexão com o projeto do Parque do Paredão, e com a recomposição linear do sopé da Serra.

 

Estas obras permitidas pela Lei de uso e ocupação do solo, são previstas exatamente para melhor compatibilizar o prédio com a paisagem e o bairro e a melhoria de seu desempenho ambiental.

O projeto busca inovar não só na sua forma, mais integrada à natureza local, mas também quanto à parte de eficiência energética e funcionamento interno. Estamos trabalhando no sentido de obter a certificação LEED com quesitos relacionados a equilíbrio com o meio-ambiente, utilização de flora local, reuso de água, minimização de gastos energéticos e outros.

MITOS E VERDADES

 

MITO #1

A verticalização do novo hospital causará grande impacto para a paisagem da região.

 

VERDADE

É necessário destacar que o novo projeto arquitetônico prevê a utilização da estrutura do antigo prédio sem acréscimo de pavimentos acima dos existentes, ou seja, não haverá verticalização.

Além disso o novo projeto prevê uma remodelação que o integrará o hospital à paisagem, o que não ocorre no atual edifício.

 

 

MITO #2

O novo projeto trará ainda mais prejuízos ambientais à Serra do Curral já degradada pela mineração.

 

VERDADE

O projeto do novo prédio é benéfico ao meio ambiente uma vez que harmoniza com a paisagem da Serra. Além disso será um hospital com selo verde que irá recuperar a área vegetal perdida e incrementará o potencial de absorção e reserva de águas das chuvas.

 

 

MITO #3

O novo hospital vai prejudicar o trânsito local nas ruas vizinhas e dificultar o acesso ao Parque das Mangabeiras.

 

VERDADE

O hospital não contará unidades de pronto-socorro, portanto não haverá fluxo de ambulâncias na região.

O projeto de ampliação prevê a construção de 300 vagas de estacionamento nos subsolos que atenderão a funcionários e parentes dos pacientes internados.

 

 

MITO #4

O novo hospital irá atrair para o bairro ambulantes e flanelinhas, além de marginais para o bairro Mangabeiras.

 

VERDADE

A Oncomed respeita as diferenças sociais e considera a ocupação responsável da via pública um direito de todos, mas garante que algum temor isolado de poucas pessoas que residem próximas ao local não tem qualquer fundamento.

A frequência atual da região, atraída pelo atendimento público do SUS que hoje é realizado na Fundação Hilton Rocha, pelo Parque das Mangabeiras, pela Praça do Papa, pelas ermas imediações da Praça Israel e pela pista de caminhada em nada seria alterada pela presença do Hospital Oncomed.

O perfil dos pacientes da rede de saúde suplementar não combina com o argumento e os funcionários trabalharão em turnos diferentes. Não se trata de uma fábrica ou escola, com concentração de pessoas em determinados horários.

A ocupação e o fluxo do novo hospital, ao contrário do que uma pequena minoria pensa, afugentará a frequência indesejada por pessoas que têm sido atraídas pela quietude do entorno.

Atualmente o bairro Mangabeiras vem sendo alvo de ações de bandidos, justamente por ser escuro e pouco movimentado.

O novo Hospital Oncomed trará movimento e segurança 24h para a população local.

 

 

MITO #5

Existe vinculação de uso da oftalmologia e o Hilton Rocha deve continuar sendo um hospital oftalmológico, nada mais que isso.

 

VERDADE

O local continuará prestando atendimento à população através da Fundação Hilton Rocha, localizada no prédio ao fundo. O novo Hospital Oncomed também realizará atendimento oftalmológico e terá ainda tratamento oncológico e cardiovasular.

A oftalmologia se modernizou e, hoje, atende procedimentos os mais complexos em clínicas pela cidade, sendo esta uma das razões para o esvaziamento do antigo Instituto Hilton Rocha, que por ser superdimensionado para a nova realidade oftalmológica, ficou abandonado durante anos.

Daí o entendimento legal de se destinar o abtigo prédio do hospital a outras áreas da medicina. Do contrário estar-se-ia privando a população de um excelente estrutura física para o atendimento médico e hospitalar adequando.

 

 

MITO #6

A Oncomed procura justificar o desejo de transformar o antigo Instituto de Olhos Hilton Rocha em hospital de múltiplas atividades, o que é proibido em áreas preferencialmente residenciais.

 

VERDADE

A Lei do Uso e Ocupação do Solo do município de Belo Horizonte – Lei 9959/10 garante o direito de funcionamento de hospital naquela área, como pode ser constatado no texto desta lei.

O objetivo primário da Oncomed é transformar um hospital abandonado, com estrutura física obsoleta e que agride o meio ambiente, em um centro de prevenção e tratamento do câncer, promovendo a adequação da edificação para as novas atividades e valorizando a sustentabilidade ambiental.

Além da oncologia e da oftalmologia, a criação de mais uma especialidade, a cardiologia, não era objetivo da Oncomed. Entretanto, a partir da solicitação dos próprios moradores do bairro e para atender o déficit em nossa capital, a Oncomed acolheu essa proposta de oferecer tratamento a essas três especialidades médicas.

MITO #7

Ao consultar o Ministério Público Estadual, em 2011, sobre a legalidade da pretensão, a Associação dos Moradores constatou que a encosta foi tombada por lei federal em 1960 pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN proibindo edificicações no local.

 

VERDADE

Em qualquer área tombada por um órgão público específico, a lei determina que mudanças podem ser realizadas nesta área desde que sejam aprovadas pelo órgão que regulamenta o tombamento.

Em 2012, “O IPHAN informou ter recebido projeto de adaptação do imóvel conhecido como Instituto Hilton Rocha, cujas intervenções foram consideradas adequadas, inclusive, à necessidade de redução do impacto paisagístico na Serra do Curral” (anexo).

Vale ressaltar que o Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município (CDPCM- MG) também aprovou as intervenções propostas pela Oncomed no antigo Hospital Hilton Rocha.

O Ministério Público do Estado de Minas Gerais fez cuidadoso estudo, por meio de consulta a diversos órgãos (CDPCM-BH, SMARU, IPHAN, COMAM), e, em 30 de janeiro de 2012, indeferiu procedimento instaurado pela Associação de Moradores do Bairro Mangabeiras, que visava impedir a construção do novo Hospital. Posteriomente, em 3 de fevereiro de 2012, por sua Promotoria de Justiça de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural, comunicou o arquivamento do referido procedimento.

 

 

 

As informações presentes no site se referem ao projeto concebido no período de vigência da lei 9952 de Uso e Ocupação do Solo. A lei foi retirada ano passado da câmara e deverá retornar ainda no primeiro semestre de 2012. Caso o Hospital não seja contemplado pela nova lei, outro projeto, sem ampliação e, consequentemente, de menores dimensões, está sendo elaborado para nova avaliação dos órgãos competentes.

AMPLIAÇÃO: COMPROMISSO ONCOMED

 

A ampliação, trará mais benefícios à comunidade, nos seguintes termos:

  • criar mais áreas ajardinadas;
  • obter melhores efeitos estético de harmonização com a serra;
  • abrigar vagas de estacionamento, no sentido de se evitar que os automóveis ocupem as vias públicas;
  • compensar as demolições que se realizarão dos vários “puxadinhos” e “barracões” que sobem a encosta da serra;
  • obturar as crateras e agressões ao relevo da serra hoje existentes;
  • superar a obsolescência do prédio antigo, tornando-o ambientalmente mais adequado.

É importante destacar que as intervenções não verticalizarão o edifício existente, sem acréscimo de pavimentos acima dos atuais.

O projeto do Hospital Oncomed não se beneficiará do coeficiente 5, proposto pelo Projeto de Lei em tramitação na CMBH, e utilizará apenas o coeficiente 1 para que possa fazer intervenções que venham a tornar o edifício ainda mais harmonioso e benéfico para o meio ambiente e para a sociedade.

O funcionamento do novo hospital no antigo Instituto Hilton Rocha é permitido pela Lei de Uso e Ocupação do Solo do município de Belo Horizonte e já foram emitidos diversos pareceres favoráveis e não impeditivos pelo Ministério Público, Iphan, prefitura de BH e Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural que, por unanimidade, aprovou o pré-projeto.

Confira os documentos

 

As informações presentes no site se referem ao projeto concebido no período de vigência da lei 9952 de Uso e Ocupação do Solo. A lei foi retirada ano passado da câmara e deverá retornar ainda no primeiro semestre de 2012. Caso o Hospital não seja contemplado pela nova lei, outro projeto, sem ampliação e, consequentemente, de menores dimensões, está sendo elaborado para nova avaliação dos órgãos competentes.

PROJETO SEM AMPLIAÇÃO

 

O Hospital da Oncomed, previsto para ser instalado no antigo prédio do Instituto Hilton Rocha, poderá ser implantado sem o projeto de ampliação, caso ocorra lentidão na alteração da Lei de Uso e Ocupação do Solo. O substitutivo pode permitir que hospitais tenham maior potencial construtivo.

Em dimensões mais reduzidas, o Hospital vai manter o mesmo conceito arquitetônico do anterior, com aproveitamento das estruturas existentes e uso de materiais que harmonizem o prédio com o paredão da Serra da Curral. Permanecerão também as propostas de preservação e recuperação do entorno da edificação, e os mesmos serviços de ponta em oncologia, além do atendimento cardiológico e oftalmológico.

No entanto, o número de leitos será reduzido de 220 para 145, o que não é interessante para um cidade tão carente de leitos hospitalares. Não haverá o mesmo número de vagas de estacionamento, e a linearidade proposta anteriormente ficará comprometida, uma vez que a área construída não mais poderá ser integrada num mesmo bloco horizontal. Espaços como memorial, auditório, mudário, espaço ecológico, antes previstos, seriam suprimidos.